segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dose ausente.









Quando velastes meu sono pela ultima vez
Irrompeu-se em minha alma o desejo
De fugir.
Todavia, tua palavra persuasiva
Seguraste-me pelo braço.
Foram teus olhos castanhos
Que me arrastaram para fora de minha caverna solitária.
Aliás, o castanho claro dos teus olhos...
Entorpece minha consciência até hoje...
Enquanto ao teu lado haver vida
Estarei contigo.
Segredando o valor dos sentidos...
Não derrame uma lágrima,
Já basta a minha que teu dedo apara.
Sinto-me feliz:
Tenho alguém que pensa em mim...








Morais Oliveira.

3 comentários:

  1. Delicioso teu poema.
    Bjos achocolatados

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  2. amauri,
    você veste lirismo desenfreado com o culto leve e bom...

    adoro isso!

    fique com Deus!

    do menino-e-homem

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  3. Muito boa essa postagem, Amauri. Tambem já senti isso! Abração.

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